Queremos um país melhor, uma educação melhor. Falamos de respeito à diversidade, de solidariedade, de amor ao próximo. Criticamos aqueles que demonstram seus preconceitos, nos sentimos injustiçados. Mas, será que achamos que só nós temos direitos? Temos a verdadeira consciência do que significa cidadania? Bem comum? Queremos um país melhor, uma educação melhor, mas facilmente desfazemos combinados, temos problemas em cumprir horários, deixamos que nos esperem e detestamos avaliação, mesmo que sejam auto-avaliações. Justificamos nossas falhas pelos erros dos outros. Encontramos desculpas mil que justificam nossos erros. Defendemos inclusão, mas excluímos também. Em algumas situações percebo que desejamos mesmo é nos manter "deitados em berço esplendido".
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Queremos um país melhor!!!
Queremos um país melhor, uma educação melhor. Falamos de respeito à diversidade, de solidariedade, de amor ao próximo. Criticamos aqueles que demonstram seus preconceitos, nos sentimos injustiçados. Mas, será que achamos que só nós temos direitos? Temos a verdadeira consciência do que significa cidadania? Bem comum? Queremos um país melhor, uma educação melhor, mas facilmente desfazemos combinados, temos problemas em cumprir horários, deixamos que nos esperem e detestamos avaliação, mesmo que sejam auto-avaliações. Justificamos nossas falhas pelos erros dos outros. Encontramos desculpas mil que justificam nossos erros. Defendemos inclusão, mas excluímos também. Em algumas situações percebo que desejamos mesmo é nos manter "deitados em berço esplendido".
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Cia Holos de Dança - Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro
Fomos indicados
e conquistamos o
PRÊMIO DE CULTURA
DO
ESTADO DO RIO DE JANEIRO
http://www.cultura.rj.gov.br/materias/divulgado-resultado-do-voto-popular-para-o-premio-de-cultura-do-estado-do-rio-de-janeiro
Quero agradecer a cada componente da Cia Holos de Dança pela dedicação e empenho nessa conquista.
À UNIVERSO pela acolhida em seu espaço e apoio de todos os funcionários.
À Rede de Drogarias Tamoio e à Vip Shoes pelo apoio em nosso figurino e material de divulgação.
Em especial, queremos agradecer aos amig@s que votaram em nossa Cia.
Mais que carinho e disponibilidade para votar, agradecemos a confiança na qualidade do nosso trabalho.
Cada mensagem de apoio e a divulgação em suas páginas foram um grande incentivo, para vencer todas as dificuldades que enfrentamos.
VALORIZAMOS NOSSA CONQUISTA, NO ENTANTO, O MAIS IMPORTANTE FOI VER EM TODO ESSE PROCESSO, O QUANTO SOMOS QUERIDOS POR TODOS!!!
CONHEÇAM NOSSA HISTÓRIA COMPLETA EM:
https://www.facebook.com/pages/Cia-Holos-de-Dan%C3%A7a/331751286882748?ref=ts&fref=ts
UM SUPER OBRIGADA AOS AMIG@S DE TODOS OS CANTOS DO MUNDO!!!
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Porque dançar é para todos | Jornal O Fluminense
Porque dançar é para todos | Jornal O Fluminense
Entrevista sobre nossa Cia de Dança demonstra como chegamos à indicação ao Prêmio de Cultura do Rio de Janeiro.
Cia Holos de Dança: reportagem de capa do 2º Caderno, em O Fluminense deste sábado.
Entrevista sobre nossa Cia de Dança demonstra como chegamos à indicação ao Prêmio de Cultura do Rio de Janeiro.
Conheçam um pouco de nossa história!
http://www.ofluminense.com.br/editorias/cultura-e-lazer/porque-dancar-e-para-todos
https://www.facebook.com/pages/Cia-Holos-de-Dan%C3%A7a/331751286882748?fref=ts
Porque dançar é para todos
5
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Os niteroienses da Cia Holos de Dança concorrem ao Prêmio de Cultura do governo do Rio de Janeiro pelo trabalho de inclusão pela arte
Professora e mestrada em Educação Especial pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Soyane Vargas sempre teve ligação com pessoas com algum tipo de deficiência. Seu objetivo era desenvolver algo que estimulasse a independência dessas pessoas a partir da arte. Assim nasceu a Cia Holos de Dança. Prestes a completar dois anos, a academia de dança é conhecida por integrar pessoas com e sem deficiência, apresentando espetáculos que superam os limites de cada um. O grupo acaba de ser indicado ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro pela excelência dos trabalhos. Em entrevista, Soyane conta como surgiu a ideia da companhia e como ela funciona
De onde partiu a ideia de desenvolver um projeto de dança inclusiva?
Desde o meu mestrado, em 1999, sobre ginástica e dança para pessoas idosas com deficiência visual, venho desenvolvendo esse tipo de atividade física voltada para as pessoas com deficiência. No começo, o objetivo principal era contribuir para construção de autonomia de tais pessoas, por meio de uma atividade artística. Em 2004, desenvolvi na Escola Municipal Paulo Freire, o projeto Hip Hop na Escola, no qual estudantes com e sem deficiência integravam o mesmo grupo de dança. A partir dessa experiência, fui convidada pelo professor para coordenar um projeto de dança em uma associação de pessoas com deficiência. Lá, fui também professora e coreógrafa por seis anos. Em dezembro de 2011, após participar de um encontro de pesquisadores no programa de pós-graduação em Educação Física, na Universo de Niterói, a professora Regina Lema Santos demonstrou interesse em levar o projeto de dança inclusiva para a Universo. Após o convite, eu, juntamente com os professores José Guilherme Almeida e Dayana Santos, criamos a Cia Holos de Dança. Holos vem do grego holístico, que significa entre outras coisas, a visão e a abordagem integral do ser humano em todos os seus aspectos: biológico, sociológico, psicológico e transcendental.
Há alguém próximo a você que tenha alguma deficiência lhe motivou a criar a Cia Holos de Dança?
Ninguém em especial, mas fui incentivada por alguns ex-alunos que queriam continuar praticando dança comigo e pela vontade de fazer algo diferente, o que me move sempre. A surpresa maravilhosa foi perceber que a vontade de ensinar me fez aprender muito com essas pessoas.
Explique como funciona a Cia Holos de Dança.
Somos um grupo de dança inclusiva com cadeira de rodas. Atuamos em três eixos: projeto social, companhia de dança e aperfeiçoamento profissional para pessoas que queiram atuar nessa área do conhecimento. Temos uma parceira com a pró- reitoria de extensão da Universo, onde oferecemos aulas gratuitas àqueles que desejam praticar dança. Nosso intuito é demonstrar que todos são capazes de aprender a dançar. Como disse Klauss Vianna, “a dança está dentro de nós, os professores e coreógrafos atuam apenas como ‘parteiros’ desta forma de expressão corporal”.
A Cia Holos tem algum cunho social?
A Cia Holos de Dança tem um cunho filosófico de demonstrar que todas as pessoas têm condições de produzir arte e direito de acesso a ela. Essa filosofia tem importância social fundamental para mudança de paradigma da sociedade em relação à capacidade das pessoas com deficiência.
Qual era o seu objetivo ao criá-la?
A criação da Cia Holos de Dança nada mais é do que a culminância dos anos de experiência profissional associados à disponibilidade da equipe maravilhosa que a compõe. Sem essas pessoas, nada disso seria possível ou teria sentido. Agradeço, em especial, às pessoas com deficiência que fizeram e fazem parte de nossa Cia e aos profissionais que se dispõem e acreditam em nosso trabalho que são grandes incentivadores e fonte de inspiração.
Na terceira edição do Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, a Cia Holos da Dança foi uma das indicadas pela região Metropolitana Leste. Como recebeu essa indicação?
Recebi uma ligação da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro informando sobre nossa indicação, por uma comissão formada para essa premiação. De fato, temos tido destaque na mídia e realizamos muitos projetos importantes em todo estado e fora dele, ao longo dos anos de 2012 e 2013. No entanto, essa indicação já é considerada por nós um prêmio maravilhoso. Estar no cenário geral da cultura demonstra a qualidade e a relevância do nosso trabalho.
Esta é a terceira edição do prêmio. Os três destaques de cada região receberão a premiação em maio, sendo que um dos grupos vencedores será escolhido por voto popular e os outros dois por uma comissão especial mista.
Essa premiação acarretaria em alguma mudança?
Muda não apenas para Cia Holos de Dança, mas para todos aqueles que desenvolvem projetos com tal caráter. É uma forma de demonstrar que estamos sendo inseridos socialmente.
O FLUMINENSE
Professora e mestrada em Educação Especial pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Soyane Vargas sempre teve ligação com pessoas com algum tipo de deficiência. Seu objetivo era desenvolver algo que estimulasse a independência dessas pessoas a partir da arte. Assim nasceu a Cia Holos de Dança. Prestes a completar dois anos, a academia de dança é conhecida por integrar pessoas com e sem deficiência, apresentando espetáculos que superam os limites de cada um. O grupo acaba de ser indicado ao Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro pela excelência dos trabalhos. Em entrevista, Soyane conta como surgiu a ideia da companhia e como ela funciona
De onde partiu a ideia de desenvolver um projeto de dança inclusiva?
Desde o meu mestrado, em 1999, sobre ginástica e dança para pessoas idosas com deficiência visual, venho desenvolvendo esse tipo de atividade física voltada para as pessoas com deficiência. No começo, o objetivo principal era contribuir para construção de autonomia de tais pessoas, por meio de uma atividade artística. Em 2004, desenvolvi na Escola Municipal Paulo Freire, o projeto Hip Hop na Escola, no qual estudantes com e sem deficiência integravam o mesmo grupo de dança. A partir dessa experiência, fui convidada pelo professor para coordenar um projeto de dança em uma associação de pessoas com deficiência. Lá, fui também professora e coreógrafa por seis anos. Em dezembro de 2011, após participar de um encontro de pesquisadores no programa de pós-graduação em Educação Física, na Universo de Niterói, a professora Regina Lema Santos demonstrou interesse em levar o projeto de dança inclusiva para a Universo. Após o convite, eu, juntamente com os professores José Guilherme Almeida e Dayana Santos, criamos a Cia Holos de Dança. Holos vem do grego holístico, que significa entre outras coisas, a visão e a abordagem integral do ser humano em todos os seus aspectos: biológico, sociológico, psicológico e transcendental.
Há alguém próximo a você que tenha alguma deficiência lhe motivou a criar a Cia Holos de Dança?
Ninguém em especial, mas fui incentivada por alguns ex-alunos que queriam continuar praticando dança comigo e pela vontade de fazer algo diferente, o que me move sempre. A surpresa maravilhosa foi perceber que a vontade de ensinar me fez aprender muito com essas pessoas.
Explique como funciona a Cia Holos de Dança.
Somos um grupo de dança inclusiva com cadeira de rodas. Atuamos em três eixos: projeto social, companhia de dança e aperfeiçoamento profissional para pessoas que queiram atuar nessa área do conhecimento. Temos uma parceira com a pró- reitoria de extensão da Universo, onde oferecemos aulas gratuitas àqueles que desejam praticar dança. Nosso intuito é demonstrar que todos são capazes de aprender a dançar. Como disse Klauss Vianna, “a dança está dentro de nós, os professores e coreógrafos atuam apenas como ‘parteiros’ desta forma de expressão corporal”.
A Cia Holos tem algum cunho social?
A Cia Holos de Dança tem um cunho filosófico de demonstrar que todas as pessoas têm condições de produzir arte e direito de acesso a ela. Essa filosofia tem importância social fundamental para mudança de paradigma da sociedade em relação à capacidade das pessoas com deficiência.
Qual era o seu objetivo ao criá-la?
A criação da Cia Holos de Dança nada mais é do que a culminância dos anos de experiência profissional associados à disponibilidade da equipe maravilhosa que a compõe. Sem essas pessoas, nada disso seria possível ou teria sentido. Agradeço, em especial, às pessoas com deficiência que fizeram e fazem parte de nossa Cia e aos profissionais que se dispõem e acreditam em nosso trabalho que são grandes incentivadores e fonte de inspiração.
Na terceira edição do Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro, a Cia Holos da Dança foi uma das indicadas pela região Metropolitana Leste. Como recebeu essa indicação?
Recebi uma ligação da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro informando sobre nossa indicação, por uma comissão formada para essa premiação. De fato, temos tido destaque na mídia e realizamos muitos projetos importantes em todo estado e fora dele, ao longo dos anos de 2012 e 2013. No entanto, essa indicação já é considerada por nós um prêmio maravilhoso. Estar no cenário geral da cultura demonstra a qualidade e a relevância do nosso trabalho.
Esta é a terceira edição do prêmio. Os três destaques de cada região receberão a premiação em maio, sendo que um dos grupos vencedores será escolhido por voto popular e os outros dois por uma comissão especial mista.
Essa premiação acarretaria em alguma mudança?
Muda não apenas para Cia Holos de Dança, mas para todos aqueles que desenvolvem projetos com tal caráter. É uma forma de demonstrar que estamos sendo inseridos socialmente.
O FLUMINENSE
domingo, 2 de fevereiro de 2014
PRÊMIO DE CULTURA DO RIO DE JANEIRO
CIA HOLOS DE DANÇA CONCORRENDO
É com muita felicidade que anuncio nossa indicação ao Prêmio de Cultura RJ. Nossa alegria acontece, em especial, por ser uma Cia de Dança Inclusiva, concorrendo a um prêmio fora do segmento da pessoa com deficiência e por indicação. É a inclusão que desejamos!!! Compartilhe e vote se achar bacana!!! Basta entrar no link e clicar em Metropolitana Leste e depois em Cia Holos de Dança. Obrigada
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
A vida que a gente constrói...
O avançar da idade e o distanciamento nos fazem compreender algumas coisas que nos afetaram. Entender as situações que nos fizeram mudar o rumo de nossas vidas.
De longe, conseguimos compreender as redes estabelecidas por nossas escolhas, os caminhos percorridos que nos trouxeram até aqui e os novos caminhos que passam a ser delineados.
Mas, acima de tudo, valorizar a história que vem sendo construída por nós e que tem sido significativa, para vida de outras pessoas.
As dificuldades que passamos servem para valorizar mais e mais a vida e a gratidão por nossas conquistas.
Fim de Ano é assim: balanço geral !!!
Enfrentamos nossos desafios e só podemos agradecer a todos aqueles que estiveram ao nosso lado, que nos ajudaram a chegar onde chegamos.
Nas tessituras de novas relações e fortalecendo os laços firmados, vamos em frente!!
Sabendo que ainda temos muito a conquistar...
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO
AOS AMIG@S DA CIA HOLOS DE DANÇA.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
APRENDER, ENSINAR E APRENDER
Há uma tendência a responsabilizar o professor pelo fracasso escolar

Os alunos (as) não são uma 'tábula rasa' como defendia Aristóteles, muito menos o professor é depositário de conhecimento (educação bancária) como criticou Paulo Freire. O processo de aprendizagem se dá na interação com o meio ambiente, com os estímulos que movem internamente cada um e com as possibilidades de acesso às diversas formas de conhecimento. Desta forma, a boa educação depende de um conjunto de ações, desejos, expectativas e, porque não dizer, nos conflitos internos que mobilizam o sujeito e a sociedade a crescerem.
Isso envolve toda comunidade escolar (aluno, gestão, família, pessoal de apoio) e a estrutura da própria escola, ou qualquer outro ambiente que se proponha a isto. Como disse Miguel Arroyo: "é preciso colocar o dedo na ferida", ou seja, não basta 'tapar o sol com a peneira' ou 'colocar balde em goteira'. Além de culpabilizar vítimas, como estudantes e professores. Mudança estrutural de tudo que está posto aí.
Isso envolve toda comunidade escolar (aluno, gestão, família, pessoal de apoio) e a estrutura da própria escola, ou qualquer outro ambiente que se proponha a isto. Como disse Miguel Arroyo: "é preciso colocar o dedo na ferida", ou seja, não basta 'tapar o sol com a peneira' ou 'colocar balde em goteira'. Além de culpabilizar vítimas, como estudantes e professores. Mudança estrutural de tudo que está posto aí.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
ESPETÁCULO TESSITURA
CIA HOLOS DE DANÇA
COM PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE
VIVIANE MACEDO E LUIZ PASSOS
"A concretização da obra se dá na performance"
(João Miguel Bellard Freire)
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
INCLUSÃO DE PESSOAS IDOSAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL
Disponibilizo minha dissertação de mestrado sobre pessoas idosas cegas.
Exclusão Social
Promoção de Saúde
Didática
Dança e Ginástica
Orientação: Prof. Dr. Alfredo Gomes de Faria Junior
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
FAETEC!!!
Inscrições abertas no
CRI do CETEP BARRETO
Ensino público com profissionais especializados
TEATRO PARA DINAMIZADORES
Para pessoas multiplicadoras de oficinas de teatro.
CURSO DE CENOTÉCNICA
GRUPO DE PESQUISA TEATRAL
Curso de prática de montagem para quem possui alguma experiência com teatro.
Curso de prática de montagem para quem possui alguma experiência com teatro.
TODOS COM CERTIFICAÇÃO
AO FINAL DO CURSO!!!
AO FINAL DO CURSO!!!
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Presidente Dilma sanciona Ato Médico, mas com VETOS importantes!!!
FORAM VETADOS incisos que tratavam sobre exclusividade dos médicos a formulação de diagnósticos; prevenção e controle a doenças; prescrição e acompanhamento para órteses e próteses e, uso de procedimentos invasivos: como injeções, drenagens, acupunturas, entre outros.
Uma decisão muito coerente e respeitosa a todos os outros profissionais da área da saúde, que atuam como fundamentais nas ações integradas em prol da promoção da saúde.
Vetos fundamentais, por outro lado isso não resolve muita coisa na melhoria dos serviços de saúde, estes necessitam de mudanças estruturais. No entanto, impede o corporativismo insano proposto no Ato Médico...
Não é avanço e sim impedimento de retrocesso ...
Só isso...
Eu apoio a luta a caminho da Transdisciplinaridade.

Eu apoio a luta a caminho da Transdisciplinaridade.
sábado, 29 de junho de 2013
Força no abdômen
Gosto muito dessa abordagem. O homem ao passar da posição de quadrúpede para bípede reorganizou músculos e articulações, assim para vencer a ação do centro de gravidade e distribuir melhor o peso do corpo, formamos as curvaturas da coluna tornando alguns músculos dessa região mais ou menos fortalecidos ou flexibilizados. Vejo atualmente alguns colegas enfatizando o trabalho de fortalecimento da musculatura da região lombar, sendo que essa região necessariamente já precisa ser forte, em razão da atuação da gravidade sobre nosso corpo, salvo em situações especiais.
O Prof. Ivaldo Bertazzo esclarece, de forma muito didática, o tipo de trabalho importante para essa região.
😉💪
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Dia Internacional da Dança
No dia Internacional da dança: dance!!!!
E para compreender o melhor significado do que é dançar: sinta!!!!
E para compreender o melhor significado do que é dançar: sinta!!!!
Dançar como arte rompe paradigmas, demonstra ideias e ideais. Nos faz refletir e elevar nossa sensibilidade estética, tão importante para nossa alma, como seres humanos que transcendem às formas concretas de vida.
Dançar como ato de liberdade nos faz vivenciar possibilidades corporais com imensa sensação de prazer e bem estar. Demostrando que dançar é para todos.
"Dançar é uma forma de encontro consigo mesmo, então.... encontre-se!!!!"
Soyane Vargas
segunda-feira, 22 de abril de 2013
INCLUIR SIM, MAS UNIR TAMBÉM
É importante e fundamental a inclusão social , mas é importante também estar com seus pares. Isso resignifica a luta, fortalece, une e sobretudo alimenta o sentido de pertença. Vi isso ontem e me marcou muito positivamente. Reportou-me a uma época em que havia luta de classes de fato, onde se defendia um pensamento e um ideal realmente socialista e não individualista como vemos hoje, no "salve-se quem puder".
"Tudo junto e misturado" é bom, mas não podemos tirar os pés do nosso lugar.... Isso nos dá a percepção de quem somos e percebemos que juntos somos mais fortes.
"Tudo junto e misturado" é bom, mas não podemos tirar os pés do nosso lugar.... Isso nos dá a percepção de quem somos e percebemos que juntos somos mais fortes.
Ver as pessoas com deficiência reunidas me fortaleceu!!!
domingo, 14 de abril de 2013
Método de Ensino Especializado
Nosso método de ensino é diferenciado e definido com estilo próprio, através de pesquisa e experiência dos nossos professores.
domingo, 17 de março de 2013
Dançar
Movimentos que movem nossas emoções, seja pelo simples prazer de movimentar-se livremente.
Dançar também é demonstrar habilidades físicas, demonstrar que o corpo é capaz de se superar; por outro lado, dançar também é demonstrar a nossa capacidade de emocionar e emocionar-se, romper paradigmas e descrever a história de forma objetiva e subjetiva....é poetizar o gesto, o movimento. A primeira forma de dançar se conquista com trabalho, com a repetição dos gestos, mas a segunda se conquista com a alma, o pensamento e a reflexão... Obrigada às pessoas com quem compartilho esse prazer....

sábado, 23 de fevereiro de 2013
PROGRAMA ESPECIAL DA TV BRASIL
O Programa Especial da TV Brasil realizou entrevista com a Cia Holos de Dança, demostrando a importância da arte na inclusão social das pessoas com deficiência.
Vale a pena conferir!!!
José Guilherme Almeida e Natália Caetano

domingo, 3 de fevereiro de 2013
Curso ministrado pela Confederação Brasileira de Dança em Cadeira de Rodas
A Cia Holos de Dança marcou presença na Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF participando do curso ministrados pelo prof. Konstanti da Rússia.
Prof. José Guilherme, Prof. Konstanti e Profª Soyane
O curso abordou o trabalho de alto rendimento na Dança Esportiva em Cadeira de Rodas e na arbitragem internacional dessa modalidade. Tivemos acesso a informações valiosas para o desenvolvimento do nosso trabalho, além de ampliar nosso vinculo com a confederação ao eleger nosso prof. Guilherme como o novo secretário da CBDCR. Estamos muito felizes com essa conquista!!!
Profª Luciene, Profª Soyane, Presidente da CBDCR DrªEliana e Prof. José Guilherme
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Entrevista sobre Dança em Cadeira de Rodas
Curso de
Fisioterapia da UNIVERSO
Disciplina: Recursos
Terapêuticos da Psicomotricidade
Prof.
Blair José Rosa Filho
Acadêmicos:
Carolina de Araujo Ferreira, Júlia de Alcântara Pereira e Luciana da Silva Couto
Entrevista
Dança em
Cadeira de Rodas
Profª Ms. Soyane Vargas
CREF.014045 –GRJ
1-Como o esquema corporal é trabalhado em um deficiente
físico que vai precisar utilizar a cadeira de rodas de forma independente, ou
seja, de forma que ele mesmo guie na dança em cadeira de rodas?
R= Em geral, estimulamos os sentidos remanescentes e a
consciência corporal. Além disso, buscamos de cada aluno e aluna a melhor forma
que estes podem tocar a cadeira, orientando as variações de toques para frente,
para trás, para direita, para esquerda, giros completos e meio giro. No entanto, o melhor desempenho irá depender
de cada pessoa e do nível de deficiência
que ela possui, para que se possa ter um resultado eficaz.
2 - Qual a importância da psicomotricidade na relação cadeirante e andante, na dança em cadeira de rodas?
R= A importância está na reorganização espaço/temporal de
ambos, que deve ser vivenciada a partir de experimentações com segurança, de
movimentos dinâmicos, estáticos e em deslocamento, um com o outro. Na dança em
cadeira de rodas, tanto o cadeirante quanto o andante, devem ser atuantes no
processo, mesmo quando o andante conduz o cadeirante. A percepção, a postura, a
forma de pegada das mãos, as variações de tensão e relaxamento necessários ao
movimento, devem estar presentes em ambos os bailarinos, cadeirantes e andantes.
E isso só desenvolvemos a medida que utilizamos as estruturas psicomotoras, em
consonância com o estilo de dança a ser trabalhado.
3 - Até que ponto a dança associada à psicomotricidade é capaz de estimular e contribuir para a reabilitação de um segmento acometido?
R= Devemos ressaltar que reconhecemos o caráter
terapêutico da dança para pessoas com deficiência, contudo não atuamos com
dança terapia em nosso projeto. De acordo
com a prática da dança e as orientações de bom aproveitamento dos movimentos,
observamos o alcance dos benefícios inerentes à prática da dança. Trabalhamos
de forma global, onde temos como objetivos o aprimoramento da consciência
corporal, do ritmo, da flexibilidade e da força, bem como a socialização, a
melhoria da auto-estima e construção do senso estético. No entanto, não atuamos
especificamente na reabilitação de um segmento acometido. Temos os cuidados
necessários de acordo com a característica de cada deficiência e de cada
pessoa. Além disso, acreditamos que a
disponibilidade de cada pessoa, ou seja, o querer fazer, a motivação são, sem
dúvida, fatores que influenciam bastante no desenvolvimento de cada pessoa e,
consequentemente, em sua reabilitação. Não definimos um limite, porque é
justamente na interação e no processo que podemos perceber até que ponto a
dança e a psicomotricidade associadas, podem contribuir para reabilitação de um
segmento acometido e, principalmente, para melhoria da qualidade de vida da
pessoa com deficiência. Nossa experiência demonstra que, em geral, nos
surpreendemos com os resultados obtidos. Atribuímos a isso a qualidade do
trabalho e a motivação que a dança favorece, por seu caráter lúdico e
prazeroso.
4 - Na elaboração das coreografias você se reúne com seus
alunos e pede que os ajude de acordo com suas limitações, ou elabora os
exercícios sozinha, visando uma superação?
R= Um bom coreógrafo
jamais elabora suas coreografias sozinho. Os movimentos, o tema, a música devem
ser compartilhados e sugeridos por todos aqueles envolvidos na atividade, por
meio de pesquisa e laboratório de movimento, mediados pelo professor/coreógrafo.
Independente de ser pessoa com ou sem deficiência. No entanto, nosso foco não é
na limitação, mas no potencial de cada bailarino, naquilo que ele pode realizar
com segurança e qualidade artística.
5 - Vocês recebem pessoas que ainda estão naquele estágio de não
aceitação pessoal ou até mesmo com depressão devido a sua limitação? Existe um
tipo de abordagem diferenciada com eles?
R= Quando observamos esse fato procuramos respeitar o desejo da pessoa. Mesmo
aquelas pessoas que já estão reabilitadas podem apresentar momentos de dúvidas,
angústia e tristeza, entendemos também que estas fazem parte da vida. No
entanto, em alguns casos quando identificamos sinais de depressão, orientamos a
família e, no caso de adultos, a própria pessoa para procurar ajuda
profissional. Em geral, as aulas de
dança são bem animadas, o que contribui para que a pessoa se sinta um pouco
mais alegre naquele momento, mas já tivemos alguns casos de desistência e
desmotivação com a prática da dança. Em nossa equipe não contamos com
psicólogos que pudessem atuar com essa abordagem mais diferenciada.
6 - Como você vê a atuação da musicoterapia na vida dessas pessoas?
Qual a relação da música/ dança com a melhora da coordenação motora destes?
Qual a relação da música/ dança com a melhora da coordenação motora destes?
R= Como respondi anteriormente, não trabalhamos com terapia propriamente
dita. Na história da dança, a música sempre esteve presente. Ela ajuda compor a
questão rítmica do movimento e pode facilitar a coordenação motora, quando os
movimentos são realizados de acordo com as frases musicais e os arranjos
utilizados. Contudo, mesmo a música estando intimamente ligada à dança, ao
mesmo tempo são independentes. Podemos dançar sem música, com base no ritmo
do corpo, ou até mesmo elaborar sons com o próprio corpo. Tudo dependerá da
proposta a ser desenvolvida. Por outro lado, no trabalho com dança a música pode
ser um fator motivacional importante, pois cada música pode estar relacionada a
um contexto histórico importante e/ou fazer parte da história de vida de cada
pessoa. Esse fato pode favorecer o aprendizado dos movimentos e estimular a realização dos mesmos com mais entrega e satisfação.
Equipe
Dayana Santos
José Guilherme Almeida
Soyane Vargas
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Arte para superar limites
A bela poesia do professor Marcos Guayba em homenagam ao nosso Espetáculo Tessitura.
TESSITURA
Marcos Guayba
O que se tece quando o homem dança?
Quando dança a mulher e a criança que em todos dança?
Tecer a vida é nossa paixão.
Tecidos pela música, desenhamos no ar.
O apelo de Sofia de tudo dançar.
Berrando com o corpo nosso anseio de amar.
Forjado nessa arte que faz o luto dançar.
O devir louco movendo o por vir do dia.
Como uma farpa arrancada à musica.
Como uma harpa tocada pela musa.
Dançando como se tecesse do amor o fado.
E também tecedor da ternura,
que tece no pano delicado a urdidura
De um mundo imenso na candura.
De uma paixão ávida sem usura.
Mas nas tramas do movido,
barreiras quase intraduzíveis,
compõem o cenário do puído,
onde amores indisponíveis
rasgam o pano já urdido.
A entretecida vitória do amor,
É a fortuna do linho já tecido,
Que orna a mão do tecedor,
Com a jóia do envido.
Toda intriga é desordem,
Toda vida é tecelagem.
Todo caos é um badalo,
Mas no amor eu me embalo.
O primevo sempre avança,
desde a fera que se apossa,
da beleza do que possa
transformar-se em outra bossa.
No salão da liberdade
Soa a música da saudade,
De uma nova
humanidade
Em nós como herdade.
O espetáculo é como uma rua,
Além desta dança que é nua.
Agrega a si como uma lua,
O antigo e o que continua.
A tecedura e a tessitura
são os fios da indumentária.
Deste fazer que é
ternura
Desta vida que larvária.
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